quinta-feira, julho 12, 2007
Espelho
Nada de novo. Numa réstia de esperança escondida, o embaraço de nada diferente.
Tudo igual.
- Um dia após o outro, pensava.
As ruas acordaram tristes e o dia cansado e só. Pareciam juntos. Mão na mão. Mas, de toque em toque, a distância aumentava.
De noite, como de dia, mudava-se de canal demasiadas vezes. Sem nexo.
Pesado dos dias, volto para Sul à procura do Norte.
Tudo igual.
- Um dia após o outro, pensava.
As ruas acordaram tristes e o dia cansado e só. Pareciam juntos. Mão na mão. Mas, de toque em toque, a distância aumentava.
De noite, como de dia, mudava-se de canal demasiadas vezes. Sem nexo.
Pesado dos dias, volto para Sul à procura do Norte.
Nada de novo.
